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01 — Descrição técnica
Data-base: 03/10/2026. Marcas: FV fato verificado em fonte aberta (anúncio, catálogo, norma ou publicação, lidos na data indicada); INF estimativa ou conta desta ficha, com a base à mostra; NE buscado e não encontrado. Aviso sobre preço. Fabricante…
- 1. O que é
- 2. As três escalas
- 3. O fluxo da fábrica, etapa por etapa
- 4. Por que ração de peixe precisa de extrusão
- 5. Escala A — mini, comunitária (resumo)
- 6. Escala B — pequena, regional (500 kg por hora)
- 7. Escala C — média, estadual (2 t por hora)
- 8. Produção real contra a nominal
- 9. A conta da água que o secador tira, e da lenha
- 10. Tamanho do grão para cada fase do peixe
- 11. Controle de qualidade
- 12. Armazenagem e validade no clima do Acre
- 13. O que esta ficha não resolve
- Fontes
Data-base: 03/10/2026. Marcas: FV fato verificado em fonte aberta (anúncio, catálogo, norma ou publicação, lidos na data indicada); INF estimativa ou conta desta ficha, com a base à mostra; NE buscado e não encontrado.
Aviso sobre preço. Fabricante brasileiro de linha de extrusão quase não publica preço: vende por orçamento. Os preços FV abaixo são de anúncios lidos em 03/10/2026. Todo o resto é estimativa de ordem de grandeza, ancorada nesses anúncios. Antes de qualquer decisão é preciso pedir três orçamentos formais.
1. O que é
Uma fábrica de ração extrusada recebe grão e farelo, mói bem fino, mistura na proporção da fórmula, cozinha sob pressão numa extrusora, seca, cobre com óleo, resfria, peneira e ensaca. O que sai é o grão de ração que flutua, usado em toda a criação de peixe do catálogo.
Este projeto não cria peixe. Ele fabrica o insumo que é de 61% a 87% do custo de quem cria FV (números-base).
2. As três escalas
| Item | A. Mini, comunitária | B. Pequena, regional | C. Média, estadual |
|---|---|---|---|
| Capacidade da extrusora | 120 kg por hora | 500 kg por hora | 2 t por hora |
| Produção nominal, um turno | 240 t por ano | 1.000 t por ano | 4.000 t por ano |
| Produção real esperada, um turno | 120 a 160 t por ano | 650 a 750 t por ano | 2.500 a 3.000 t por ano |
| Área construída | 150 m² | cerca de 1.000 m² | cerca de 2.500 m² |
| Potência instalada | cerca de 40 kW | cerca de 175 kW | cerca de 460 kW |
| Pessoal total, um turno | 3 (com responsável técnico parcial) | 12 | 26 |
| Equipamentos, postos e montados | R$ 210 mil | R$ 2,07 milhões | R$ 6,77 milhões |
Tudo INF, com a conta nas seções 5 a 8. A nominal é capacidade × 8 horas × 250 dias: 0,12 × 8 × 250 = 240; 0,5 × 8 × 250 = 1.000; 2 × 8 × 250 = 4.000.
O tamanho do mercado decide a escala. O Acre produziu 2.312 t de peixe de cultivo em 2025 FV (números-base). Com 1,8 kg de ração por kg de peixe, o estado inteiro consome hoje cerca de 2.312 × 1,8 = 4.162 t de ração por ano INF. Logo:
- a escala C, em um turno, fabrica de 60% a 72% de toda a ração que o Acre consome (2.500 ÷ 4.162 = 60%; 3.000 ÷ 4.162 = 72%);
- a escala B, em um turno, fabrica de 16% a 18% (650 ÷ 4.162 = 16%; 750 ÷ 4.162 = 18%);
- a fábrica de ração do complexo industrial de pescado do estado, parada desde 2018, fazia 1.500 t por mês em um turno FV (notícia oficial de 01/10/2016), isto é, 18.000 t por ano: 18.000 ÷ 4.162 = 4,3 vezes o consumo atual do estado. Ela vendia metade para Rondônia FV e parou mesmo assim.
3. O fluxo da fábrica, etapa por etapa
|
| Etapa | O que acontece | Equipamento | O que controlar |
|---|---|---|---|
| 1. Recepção e pesagem | o caminhão descarrega; pesa-se e tira-se amostra | moega, balança, calador | peso, umidade do grão, mofo, toxina de fungo, laudo do fornecedor |
| 2. Armazenagem | milho em silo; farelo e farinha em tulha, big bag ou saco | silo com aeração, tulhas, paletes | temperatura do silo, inseto, goteira, ordem de entrada |
| 3. Moagem fina | o grão vira farinha fina | moinho de martelos com peneira de 0,5 a 0,8 mm, filtro de pó | granulometria; peneira furada |
| 4. Dosagem | cada ingrediente é pesado conforme a fórmula | balança de dosagem, roscas | peso de cada item; premix conferido |
| 5. Mistura | 3 a 5 minutos por batelada | misturador horizontal | tempo de mistura; sobra da batelada anterior |
| 6. Condicionamento | vapor e água levam a massa a 20% a 30% de umidade e 65 a 95 °C, por 3 a 5 minutos FV | condicionador, caldeira | temperatura, umidade |
| 7. Extrusão | a rosca comprime e cozinha a 110 a 150 °C FV; ao sair pela matriz a massa expande e a faca corta o grão | extrusora, matriz, cortador | amperagem do motor, temperatura do canhão, densidade do grão |
| 8. Secagem | o grão sai úmido e precisa ir a 10% ou menos | secador de esteira com ar quente | umidade na saída, a cada hora |
| 9. Recobrimento | óleo e antioxidante por aspersão, com o grão ainda quente FV | tambor ou rosca recobridora, tanque aquecido | dose de óleo |
| 10. Resfriamento | o grão volta à temperatura do ambiente | resfriador de contracorrente | temperatura antes de ensacar |
| 11. Peneira | tira pó e grumo; o pó volta ao misturador | peneira vibratória | porcentagem de finos |
| 12. Ensaque | saco de 25 kg, costurado e rotulado; ou big bag; ou granel com rótulo na nota | balança ensacadeira, costuradora | peso, lote, validade, rótulo |
| 13. Estoque e expedição | palete, primeiro que entra é o primeiro que sai | paleteira ou empilhadeira | prazo do lote; amostra guardada |
As faixas de umidade e temperatura das etapas 6 e 7 e a aspersão de óleo são de publicação da Embrapa Pesca e Aquicultura (Documentos 14, 2015) FV. Ração seca tem menos de 12% de umidade FV (Embrapa).
4. Por que ração de peixe precisa de extrusão
O peixe come na água. Ração que afunda se perde no fundo, suja a água e não deixa o criador ver se o peixe comeu. A extrusão cozinha o amido, que expande como pipoca ao sair da matriz. O grão fica leve, cheio de poros, e flutua. Fica também mais digestível e solta menos pó FV (Embrapa).
Três regras de fórmula que vêm do processo FV (Embrapa, Documentos 14): - a ração flutuante precisa de no mínimo 20% de amido; - gordura acima de 8% na massa atrapalha a expansão; por isso o óleo entra depois, por aspersão; - parte das vitaminas se perde no calor: 15% a 20% das que se dissolvem em gordura, e mais ainda das outras. A fórmula compensa.
Um fabricante nacional de extrusoras pequenas declara limites mais apertados para a sua máquina, que trabalha a seco: até 36% de proteína, até 7% de gordura, no mínimo 35% de amido FV (catálogo lido em 03/10/2026).
O que a fábrica de ração de peixe exige a mais que a de frango
| Ponto | Ração de frango (farelada ou peletizada) | Ração de peixe (extrusada) |
|---|---|---|
| Moagem | grossa, peneira de 3 a 5 mm INF | fina, peneira de 0,5 a 0,8 mm; para grão de 1 a 2 mm, mais fina ainda INF (prática do setor) |
| Energia na moagem | baixa | duas a três vezes maior por tonelada INF |
| Cozimento | nenhum, ou vapor leve na peletizadora (70 a 85 °C) FV | condicionador com vapor e extrusora a 110 a 150 °C FV |
| Caldeira | dispensável na farelada | necessária na extrusão com vapor |
| Secador | não tem | obrigatório: é preciso tirar cerca de 180 kg de água por tonelada (seção 9) |
| Recobrimento de óleo | raro | usual |
| Investimento e manutenção | menor | maior, com troca periódica de rosca, camisa, matriz e faca FV (Embrapa) |
| Mão de obra | misturador e ensaque | operador de extrusora treinado; o ajuste é fino |
Uma fábrica de ração farelada de frango ou de boi não vira fábrica de ração de peixe trocando uma máquina. Faltam a moagem fina, a extrusora, a caldeira, o secador e o resfriador.
5. Escala A — mini, comunitária (resumo)
Já analisada na pasta 04 (04-central-de-racao-e-racao-alternativa, arquivo 01, parte C, e arquivo 02, seção 9). Resumo:
| Item | Valor | Marca |
|---|---|---|
| Extrusora de 120 kg por hora | R$ 75.000 (outro anúncio, na Bahia: R$ 38.000) | FV anúncios, 2026 |
| Máquinas, com instalação | R$ 210.000 | INF |
| Galpão de 150 m² | R$ 225.000 | INF |
| Investimento total | R$ 435.000, mais R$ 60.000 de giro | INF |
| Produção real | metade a dois terços de 240 t por ano | INF |
| Escala em que empata com a ração de carreta | 135 a 178 t por ano | INF |
| Veredito da pasta 04 | não recomendada abaixo de cerca de 300 t por ano |
A mini trabalha a seco, sem caldeira, com secador simples. O grão sai menos uniforme. Serve para aprender e para testar fórmula, não para abastecer um polo.
6. Escala B — pequena, regional (500 kg por hora)
6.1 Equipamentos e preços
| Nº | Equipamento | Capacidade ou potência | R$ mil | Marca |
|---|---|---|---|---|
| 1 | Recepção: moega, rosca, elevador de canecas, pré-limpeza | 10 t por hora | 70 | INF |
| 2 | Balança de piso de 2 t e balança de dosagem | 15 | INF | |
| 3 | Silo metálico para milho, com aeração | 100 t | 110 | INF |
| 4 | Tulhas de espera e roscas dosadoras | 3 de 5 t | 60 | INF |
| 5 | Moinho de martelos, peneiras de 0,5 a 0,8 mm, filtro de pó | 1 t por hora; 40 cv | 90 | INF |
| 6 | Misturador horizontal com elevador | 500 kg por batelada; 10 cv | 60 | INF |
| 7 | Extrusora com alimentador, condicionador, cortador, painel com inversor e jogo de matrizes | 500 a 600 kg por hora; 75 cv | 300 | FV para a base de R$ 250 mil; INF no resto |
| 8 | Caldeira a lenha, com tratamento de água | 300 kg de vapor por hora | 130 | INF |
| 9 | Transporte pneumático da extrusora ao secador | 15 cv | 40 | INF |
| 10 | Secador de esteira, três passes | 600 kg por hora | 280 | INF |
| 11 | Recobridor de óleo, tanque aquecido e bomba dosadora | 70 | INF | |
| 12 | Resfriador de contracorrente, exaustor e ciclone | 80 | INF | |
| 13 | Peneira vibratória | 35 | INF | |
| 14 | Tulha de produto, ensacadeira com balança e costuradora | 4 a 6 sacos por minuto | 80 | INF |
| 15 | Compressor, painéis, cabos e quadro geral | 150 | INF | |
| Soma da linha de processo (1 a 15) | 1.570 | |||
| 16 | Transformador de 225 kVA e entrada de energia | 120 | INF | |
| 17 | Laboratório mínimo (seção 11) | 60 | INF | |
| 18 | Empilhadeira usada, paleteira e 200 paletes | 80 | INF | |
| 19 | Frete até o Acre, montagem, posta em marcha e treinamento: 15% da linha | 0,15 × 1.570 | 236 | INF |
| Total de equipamentos, postos e montados | 2.066 |
Conferência da soma 1 a 15: 70 + 15 + 110 + 60 + 90 + 60 + 300 + 130 + 40 + 280 + 70 + 80 + 35 + 80 + 150 = 1.570. Total: 1.570 + 120 + 60 + 80 + 236 = 2.066.
De onde vêm os números. - Extrusora nova, modelo "de 500 a 10.000 kg por hora", de fabricante de extrusoras do interior de São Paulo: R$ 250.000 por unidade, no anúncio FV (lido em 03/10/2026). É o preço de entrada; o anúncio manda pedir orçamento. Somaram-se R$ 50 mil para matrizes e inversor INF. - "Fábrica completa" nova, extrusada, para projetos de 1 a 10 t por hora, do mesmo polo fabricante: R$ 3.500.000 como valor base FV (anúncio lido em 03/10/2026). Pela regra de escala usada em engenharia (custo cresce com a capacidade elevada a 0,6), uma linha de 0,5 t por hora custaria 3.500 × (0,5 ÷ 1)^0,6 = 3.500 × 0,66 = R$ 2.310 mil INF. A lista acima dá R$ 2.066 mil. As duas contas ficam na mesma ordem. - Os itens pequenos partem dos valores da linha de 120 kg por hora da pasta 04, ampliados pela mesma regra INF. - Faixa honesta: R$ 1,7 a 2,5 milhões INF.
Máquina usada. Há oferta, e é muito mais barata FV (anúncios lidos em 03/10/2026): - linha usada completa no Paraná (balança, misturador, moinho, extrusora, transporte pneumático, secador, resfriador, engordurador, linha de vapor e de ar comprimido): R$ 100.000, capacidade não informada; - extrusora usada para ração de peixe, 500 kg por hora ou mais, em Minas Gerais: R$ 250.000.
Usada não tem garantia, não entra em financiamento de máquina nova e pode chegar com rosca e camisa gastas. Só com laudo de um mecânico de extrusão e teste com carga antes de pagar INF.
6.2 Área, obra e terreno
| Setor | m² |
|---|---|
| Processo (moagem, mistura, extrusão, secagem), com pé-direito de 8 a 10 m | 300 |
| Matéria-prima ensacada e em big bag | 250 |
| Produto acabado | 250 |
| Laboratório, escritório, vestiário e refeitório | 100 |
| Casa de caldeira e depósito coberto de lenha | 80 |
| Total | 980, arredondado para 1.000 |
Conferência do estoque de produto: um mês de produção real são 750 ÷ 12 = 62,5 t, isto é, 2.500 sacos de 25 kg, ou 50 paletes de 50 sacos. Com corredor, 250 m² bastam INF.
Obra: 1.000 m² × R$ 1.800 por m² = R$ 1.800.000; mais pátio, cerca, poço, fossa e drenagem, R$ 250.000. Obra: R$ 2,05 milhões INF (sem cotação; a pasta 04 usou R$ 1.500 por m² para galpão simples). Terreno de cerca de 5.000 m², para manobra de carreta.
Investimento fixo da escala B: 2,07 + 2,05 = R$ 4,12 milhões, mais projetos e licenças (cerca de 3%: R$ 120 mil). Total perto de R$ 4,2 milhões INF. Faixa: R$ 3,5 a 5,0 milhões.
6.3 Potência e energia
| Motor ou grupo | kW |
|---|---|
| Moinho | 30 |
| Misturador | 7,5 |
| Extrusora (55), condicionador (7,5), cortador e alimentador (3) | 65,5 |
| Secador (ventiladores e esteiras) | 15 |
| Resfriador | 7,5 |
| Transporte pneumático | 11 |
| Elevadores e roscas | 10 |
| Recobridor e bombas | 4 |
| Ensaque | 2 |
| Compressor | 7,5 |
| Caldeira (ventilador e bomba) | 5 |
| Iluminação, laboratório, escritório | 10 |
| Potência instalada | 175 |
Base do motor da extrusora: catálogo de fabricante asiático indica 55 kW para extrusora a seco de 0,5 a 0,6 t por hora FV (lido em 03/10/2026). Fabricante nacional indica motor de 30 hp para 200 kg por hora FV.
Consumo por tonelada INF: - moagem: o moinho de 30 kW trabalha a 80% da carga e mói 1 t por hora: 24 kWh por t; - extrusão: 55 kW × 0,8 ÷ 0,5 t por hora = 88 kWh por t; - demais motores: cerca de 80 kW × 0,5 ÷ 0,5 t por hora = 80 kWh por t; - iluminação e apoio: 10 kWh por t. - Total: 24 + 88 + 80 + 10 = cerca de 200 kWh por tonelada (faixa de 170 a 230).
A pasta 04 usou o mesmo número (0,20 kWh por kg) para a mini. Com tarifa entre R$ 0,80 e R$ 1,05 por kWh INF, a energia elétrica custa de R$ 0,16 a R$ 0,21 por kg de ração.
Exige rede trifásica de média tensão e transformador próprio. A distribuidora precisa dar parecer de acesso antes da obra.
6.4 Vapor, lenha e água (seção 9 traz a conta)
- Caldeira de 300 kg de vapor por hora, para o condicionador e para o trocador de calor do secador INF.
- Calor: de 250 a 480 kWh térmicos por tonelada de ração; em lenha, de 110 a 220 kg por tonelada INF. A 700 t por ano: de 77 a 154 t de lenha por ano. Lenha com origem legal.
- Alternativa sem caldeira: extrusão a seco, com injeção de água, e secador com fornalha própria. Custa menos, gasta mais rosca e mais energia por tonelada, e o grão sai menos uniforme INF.
- Água: de 0,3 a 0,5 m³ por tonelada de ração INF; a 700 t por ano, cerca de 1 m³ por dia de trabalho. Água potável, porque entra no produto e vira vapor (exigência das boas práticas, arquivo 04).
6.5 Pessoal, horas e dias
| Função | Pessoas |
|---|---|
| Por turno: operador de extrusora (encarregado), operador de moagem e mistura, operador de secador e caldeira, 2 auxiliares de ensaque e expedição | 5 |
| Fixos: gerente, responsável técnico, analista de qualidade, administrativo e vendas, mecânico eletricista, almoxarife e balança, serviços gerais | 7 |
| Total em um turno | 12 |
| Segundo turno, se houver | mais 5 |
Um turno de 8 horas, 250 dias úteis no ano. O operador de caldeira precisa de curso específico de segurança em caldeiras INF.
7. Escala C — média, estadual (2 t por hora)
7.1 Equipamentos e preços
| Nº | Equipamento | Capacidade ou potência | R$ mil | Marca |
|---|---|---|---|---|
| 1 | Recepção: moega para carreta, elevador, pré-limpeza | 40 t por hora | 220 | INF |
| 2 | Balança rodoviária | 80 t | 180 | INF |
| 3 | Silos metálicos com aeração e termometria | 2 de 300 t | 550 | INF |
| 4 | Tulhas de dosagem, dosagem automática e microdosagem de premix | 6 de 10 t | 350 | INF |
| 5 | Moinho de martelos com alimentador, peneiras finas e filtro de mangas | 4 t por hora; 125 cv | 280 | INF |
| 6 | Misturador horizontal com adição de líquidos | 1.000 a 2.000 kg por batelada | 200 | INF |
| 7 | Extrusora com condicionador, cortador, painel automatizado e matrizes | 2 t por hora; 150 cv | 700 | FV para a base de R$ 450 mil; INF no resto |
| 8 | Caldeira a lenha ou cavaco, tratamento de água e chaminé | 1.000 kg de vapor por hora | 400 | INF |
| 9 | Transporte pneumático | 30 cv | 90 | INF |
| 10 | Secador de esteira de vários passes | 2 a 2,5 t por hora | 850 | INF |
| 11 | Recobridor de óleo com tanques aquecidos | 220 | INF | |
| 12 | Resfriador de contracorrente | 200 | INF | |
| 13 | Peneira classificadora | 90 | INF | |
| 14 | Silos de produto, ensacadeira automática, big bag e expedição a granel | 4 de 15 t | 350 | INF |
| 15 | Compressor, quadro de motores, automação e cabos | 550 | INF | |
| Soma da linha de processo (1 a 15) | 5.230 | |||
| 16 | Subestação de 500 a 750 kVA | 300 | INF | |
| 17 | Laboratório (seção 11) | 150 | INF | |
| 18 | Duas empilhadeiras e paletes | 300 | INF | |
| 19 | Frete, montagem, posta em marcha e treinamento: 15% da linha | 0,15 × 5.230 | 785 | INF |
| Total de equipamentos, postos e montados | 6.765 |
Conferência da soma 1 a 15: 220 + 180 + 550 + 350 + 280 + 200 + 700 + 400 + 90 + 850 + 220 + 200 + 90 + 350 + 550 = 5.230. Total: 5.230 + 300 + 150 + 300 + 785 = 6.765.
De onde vêm os números. - Extrusora nova para projetos de 1 a 10 t por hora, de fabricante do interior de São Paulo: R$ 450.000 por unidade, "valor conforme a tonelagem" FV (anúncio lido em 03/10/2026). Somaram-se condicionador duplo, automação e matrizes INF. - Fábrica completa nova, valor base de R$ 3.500.000 para 1 a 10 t por hora FV. Pela regra de escala: 3.500 × (2 ÷ 1)^0,6 = 3.500 × 1,516 = R$ 5.306 mil INF. A linha de processo acima soma R$ 5.230 mil. Batem. - Referência de cima: a maior fábrica de Rondônia custou cerca de R$ 40 milhões em 2017, com 12 t por hora de extrusada e 20 t por hora de farelada FV (imprensa do setor, por resumo de busca). Reduzida para 2 t por hora pela mesma regra: 40 × (2 ÷ 12)^0,6 = 40 × 0,341 = R$ 13,6 milhões, com obra, em preços de 2017 INF. - Faixa honesta dos equipamentos: R$ 5,5 a 8,0 milhões INF.
Máquina usada FV (anúncio lido em 03/10/2026): núcleo de fábrica usada em São Paulo, com extrusora de 2 t por hora (motor de 125 cv), moinho de 20 cv, misturador de 500 kg, secador rotativo, transporte pneumático, roscas e matrizes, por R$ 450.000. Os mesmos itens novos somam, na lista acima, 700 + 280 + 200 + 850 + 90 = R$ 2.120 mil INF. A usada sai por cerca de um quinto (450 ÷ 2.120 = 21%). Faltam caldeira, silos, resfriador, recobridor e ensaque. Moinho de 20 cv é pequeno para moagem fina a 2 t por hora, e secador rotativo quebra mais o grão que o de esteira INF. Valem os mesmos cuidados da seção 6.1.
7.2 Área, obra e terreno
| Setor | m² |
|---|---|
| Processo, em torre | 600 |
| Matéria-prima | 600 |
| Produto acabado | 800 |
| Laboratório, administração, vestiário e refeitório | 250 |
| Caldeira, depósito de lenha e oficina | 250 |
| Total | 2.500 |
Conferência do estoque de produto: um mês de produção real são 3.000 ÷ 12 = 250 t, isto é, 10.000 sacos, ou 200 paletes INF.
Obra: 2.500 × R$ 1.800 = R$ 4.500.000; mais pátio pavimentado, base de balança e de silos, poço, tratamento de esgoto e cerca, R$ 900.000. Obra: R$ 5,4 milhões INF. Terreno de 15.000 a 20.000 m².
Investimento fixo da escala C: 6,77 + 5,40 = R$ 12,17 milhões, mais projetos e licenças (3%: R$ 365 mil). Total perto de R$ 12,5 milhões INF. Faixa: R$ 11 a 15 milhões.
7.3 Potência e energia
| Motor ou grupo | kW |
|---|---|
| Moinho | 90 |
| Extrusora (110), condicionador (15), cortador e alimentador (6) | 131 |
| Misturador | 22 |
| Secador | 45 |
| Resfriador | 15 |
| Transporte pneumático | 22 |
| Recepção, elevadores e roscas | 40 |
| Recobridor e bombas | 10 |
| Ensaque | 8 |
| Compressor | 15 |
| Caldeira | 15 |
| Filtros de pó e aspiração | 22 |
| Iluminação, laboratório, administração | 25 |
| Potência instalada | 460 |
Base do motor da extrusora: fábrica usada anunciada com motor de 125 cv (92 kW) para 2 t por hora FV; catálogo asiático de extrusora a seco de 1,8 a 2,0 t por hora, 132 kW; catálogo de extrusora com vapor de 1 a 2 t por hora, 75 kW mais 11 kW de condicionador FV (lidos em 03/10/2026).
Consumo por tonelada INF: - moagem: 90 × 0,8 ÷ 4 t por hora = 18 kWh por t; - extrusão: 131 × 0,8 ÷ 2 = 52 kWh por t; - demais motores: 214 × 0,55 ÷ 2 = 59 kWh por t; - iluminação e apoio: 6 kWh por t. - Total: 18 + 52 + 59 + 6 = cerca de 135 kWh por tonelada (faixa de 120 a 160).
Comparação FV: catálogo de fabricante asiático descreve uma fábrica de 11 t por hora, 40.000 t por ano, que gasta 4,92 milhões de kWh por ano: 4.920.000 ÷ 40.000 = 123 kWh por tonelada.
7.4 Vapor, lenha e água
- Caldeira de 1.000 kg de vapor por hora INF.
- Lenha: de 110 a 220 kg por tonelada; a 2.750 t por ano, de 300 a 600 t de lenha por ano INF.
- Água: de 0,3 a 0,5 m³ por tonelada; a 2.750 t por ano, de 3 a 6 m³ por dia de trabalho INF. A fábrica asiática de comparação gasta 8.216 ÷ 40.000 = 0,21 m³ por tonelada FV.
7.5 Pessoal, horas e dias
| Função | Pessoas |
|---|---|
| Por turno: supervisor, operador de painel e dosagem, moagem, extrusora, secador e recobrimento, caldeira, 3 de ensaque e paletização, empilhadeira, recepção e balança | 11 |
| Fixos: gerente, responsável técnico em tempo integral, 2 de laboratório, 2 de manutenção, 3 de administração e compras, 2 de vendas, 2 de expedição, 3 de vigilância e limpeza | 15 |
| Total em um turno | 26 |
| Segundo turno, se houver | mais 11 |
Comparação FV: a fábrica asiática de 11 t por hora, em dois turnos, tem 60 empregados.
8. Produção real contra a nominal
A nominal supõe a máquina cheia, 8 horas, 250 dias. Não acontece. Conta INF:
| Fator | Cenário fraco | Cenário bom |
|---|---|---|
| Dias de operação (falta de grão, queda de energia, manutenção) | 230 | 240 |
| Horas de produção por dia (partida, parada, limpeza, troca de matriz) | 6,5 | 7 |
| Rendimento sobre a capacidade (grão pequeno rende menos que grão grande) | 85% | 90% |
- Escala B: 0,5 × 6,5 × 230 × 0,85 = 635 t; 0,5 × 7 × 240 × 0,90 = 756 t. De 650 a 750 t por ano (65% a 75% da nominal).
- Escala C: 2 × 6,5 × 230 × 0,85 = 2.542 t; 2 × 7 × 240 × 0,90 = 3.024 t. De 2.500 a 3.000 t por ano (63% a 76%).
- Primeiro ano: metade da nominal (B: 500 t; C: 2.000 t), por ajuste de fórmula, treino e formação de clientela INF.
- Segundo turno dobra a produção sem dobrar o investimento: B chega a 1.300 a 1.500 t; C, a 5.000 a 6.000 t, mais do que o Acre consome hoje.
A pasta 04 usou metade a dois terços para a mini, que tem equipe menor e máquina mais simples.
9. A conta da água que o secador tira, e da lenha
Para 1.000 kg de ração pronta com 10% de umidade INF (balanço de massa): - matéria seca: 1.000 × 0,90 = 900 kg; - na saída da extrusora, com 24% de umidade: 900 ÷ 0,76 = 1.184 kg; - água a evaporar: 1.184 − 1.000 = 184 kg por tonelada de ração.
Calor do secador: cada kg de água pede cerca de 1,1 kWh de calor num secador comum (0,63 kWh de calor latente, mais as perdas). 184 × 1,1 = cerca de 200 kWh térmicos por tonelada. Vapor do condicionador (40 a 80 kg por tonelada): mais 30 a 60 kWh. Piso: cerca de 250 kWh térmicos por tonelada.
Teto: a fábrica asiática de comparação queima 1.916.632 m³ de gás por ano para 40.000 t FV: 47,9 m³ por tonelada, perto de 480 kWh térmicos por tonelada (a 10 kWh por m³).
Em lenha: 1 kg de lenha seca ao ar rende cerca de 2,2 kWh úteis na caldeira (3,2 kWh de poder calorífico × 70% de rendimento). 250 ÷ 2,2 = 114 kg; 480 ÷ 2,2 = 218 kg. De 110 a 220 kg de lenha por tonelada de ração INF.
Rendimento de massa: 1.000 kg de ingredientes com 12% de umidade têm 880 kg de matéria seca e dão 880 ÷ 0,90 = 978 kg de ração a 10%, antes do óleo. A perda de processo (pó, partida, grumo) fica entre 2% e 3%, e boa parte volta ao misturador INF.
10. Tamanho do grão para cada fase do peixe
| Fase do tambaqui | Proteína | Grão | Parte do consumo |
|---|---|---|---|
| Alevinagem (até 40 g) | 40% a 50% | pó e 1 a 2 mm | 2% |
| Recria inicial | 42% | 2 a 4 mm | 5% |
| Recria (55 a 200 g) | 36% | 2 a 4 mm | 10% |
| Recria final (200 a 700 g) | 32% | 4 a 6 mm | 13% |
| Engorda e terminação (acima de 700 g) | 28% | 6 a 8 mm | 70% |
Tabela do relatório técnico regional de 2024, já usada na pasta 04 FV. O grão tem de caber na boca do peixe e ser uniforme FV (Embrapa).
O que isso pede da fábrica INF: - um jogo de matrizes para 2, 4, 6 e 8 mm; cada troca para a linha por 30 a 60 minutos; - grão pequeno e ração de 40% a 50% de proteína pedem moagem muito mais fina e extrusora mais precisa. É o produto mais difícil e o de menor volume; - recomendação: a fábrica nova começa só pelas rações de 28% e de 32%, em grão de 4 a 8 mm. Juntas são 70% + 13% = 83% do consumo. As rações iniciais continuam sendo compradas de fora e revendidas, até a equipe dominar o processo.
11. Controle de qualidade
O que medir
| Onde | O que se mede | Meta | Marca |
|---|---|---|---|
| Milho na chegada | umidade, grão ardido, toxina de fungo (aflatoxina) | umidade de até 13% a 14%; toxina abaixo do limite do programa de qualidade | INF; o risco da aflatoxina no milho é FV (Embrapa) |
| Farelos e farinhas | proteína, umidade, cheiro; na farinha de origem animal, ranço e bactéria | conforme o laudo do fornecedor | INF |
| Depois do moinho | granulometria, em jogo de peneiras | partícula bem menor que o furo da matriz | INF |
| Saída da extrusora | densidade do grão (balde de 1 litro pesado), temperatura | grão que flutua tem densidade baixa; o operador ajusta água, vapor e rotação | INF |
| Saída do secador | umidade | 10% ou menos | INF; ração seca tem menos de 12% FV |
| Produto pronto | flutuabilidade: 100 grãos num copo de água, contar os que boiam depois de 10 minutos | 95% ou mais | INF |
| Produto pronto | pó e finos | abaixo de 1% a 2% | INF |
| Produto pronto | tamanho do grão, com paquímetro | o do rótulo | INF |
| Produto pronto, por lote ou por amostragem | proteína, gordura, fibra, matéria mineral, cálcio e fósforo | os níveis de garantia do rótulo | FV para a obrigação (Decreto 12.031/2024, arts. 45 e 76) |
O decreto obriga a fábrica a controlar o processo com análises previstas no seu programa de autocontrole e a guardar o registro (art. 76) FV.
Laboratório mínimo
| Item | Escala B | Escala C |
|---|---|---|
| Determinador de umidade (balança com aquecimento) | sim | sim, 2 |
| Balança de precisão | sim | sim |
| Jogo de peneiras com agitador | sim | sim |
| Kit rápido de aflatoxina com leitor | sim | sim |
| Termômetro, paquímetro, proveta de 1 litro, copos para o teste de flutuação | sim | sim |
| Estufa pequena | sim | sim |
| Aparelho de leitura rápida de proteína, gordura e umidade (infravermelho próximo) | não; caro para o volume | opcional, R$ 150 a 300 mil INF |
| Armário de amostras guardadas por lote | sim | sim |
| Custo estimado | R$ 60 mil INF | R$ 150 mil, sem o aparelho opcional INF |
Análise terceirizada
Proteína, gordura, fibra, minerais e bactéria vão para laboratório de fora. Custo de R$ 150 a R$ 400 por amostra completa INF (sem cotação). Laboratório comercial de análise de ração no Acre não foi localizado NE; a Ufac e a Embrapa Acre têm laboratórios de nutrição animal e devem ser consultadas INF. Enviar amostra para outro estado leva de 7 a 15 dias INF. A fábrica não pode esperar o laudo para vender cada lote; por isso o controle de rotina (umidade, flutuação, densidade) é feito dentro de casa, e o laudo externo confere a fórmula por amostragem.
12. Armazenagem e validade no clima do Acre
Grão e ingredientes
| Ingrediente | Como guardar | Giro recomendado | Marca |
|---|---|---|---|
| Milho | silo com aeração, grão a 13% de umidade ou menos | até 60 a 90 dias | INF |
| Farelo de soja, de trigo, de arroz | big bag ou saco sobre palete, em galpão fechado | até 60 dias | INF |
| Farinha de origem animal | saco sobre palete, área separada | até 30 a 45 dias; rancifica | INF |
| Óleo | tanque fechado, à sombra | até 30 a 45 dias | INF |
| Premix de vitaminas e minerais | sala fresca e seca, embalagem fechada | o prazo do rótulo | INF |
No Acre a umidade do ar passa de 80% boa parte do ano INF. Grão guardado pega umidade de volta, esquenta e mofa. Fungo no milho produz aflatoxina, que ataca o fígado do peixe e corta o crescimento FV (Embrapa). Farelo de arroz integral e farinhas com gordura rancificam; antioxidante e giro curto reduzem o risco FV (Embrapa, para o princípio).
Ração pronta
Regras da Embrapa para o depósito de ração FV: local arejado, coberto, sem goteira, limpo, sem rato; sacos sobre palete, a pelo menos 50 cm da parede. A ração boa não muda de cor e não tem cheiro de álcool nem de ranço.
O que a fábrica acrescenta INF: - ensacar só depois de resfriar; grão quente no saco sua por dentro e mofa; - umidade de 10% ou menos na saída do secador; - saco com proteção contra umidade (ráfia laminada ou com filme interno); - antioxidante no óleo de recobrimento; - validade no rótulo: a de mercado é de cerca de 6 meses FV (pasta 04). Para os primeiros lotes de uma fábrica nova no Acre, o responsável técnico deve fixar prazo menor, de 90 a 120 dias, até ter teste de prateleira próprio; - vender por pedido e girar o estoque em 30 dias. A vantagem da fábrica local é justamente entregar ração fresca.
13. O que esta ficha não resolve
- Preço firme de linha nova de 500 kg por hora e de 2 t por hora, posta e montada no Acre NE. Pedir três orçamentos.
- Custo de obra industrial por m² no Acre em 2026 NE.
- Tarifa de energia de média tensão para indústria no Acre NE.
- Preço e oferta de lenha legal perto do local NE.
- Se a fábrica parada do antigo complexo de pescado, arrematada em leilão em novembro de 2025, vai voltar a operar NE. Se voltar, as escalas B e C perdem o sentido (arquivo 03, passo 1).
Fontes
- Embrapa Pesca e Aquicultura. Rações para organismos aquáticos: tipos e formas de processamento. Documentos 14, 2015. infoteca.
cnptia. (lido em 03/10/2026)embrapa. br/ infoteca/ bitstream/ doc/ 1017676… - Embrapa. Nutrição e alimentação de peixes, capítulo 6 de "Piscicultura de água doce: multiplicando conhecimentos". infoteca.
cnptia. (lido em 03/10/2026)embrapa. br/ infoteca/ bitstream/ doc/ 1083549… - Anúncio de extrusora nova, 500 a 10.000 kg por hora, R$ 250.000. mfrural.
com. (lido em 03/10/2026)br/ detalhe/ 880911/ extrusora- de- racao- animal- 5… - Anúncio de extrusora nova, projetos de 1 a 10 t por hora, R$ 450.000. mfrural.
com. (lido em 03/10/2026)br/ detalhe/ 351391/ extrusora - Anúncio de fábrica completa nova, 1 a 10 t por hora, valor base R$ 3.500.000. mfrural.
com. (lido em 03/10/2026)br/ detalhe/ 322839/ fabrica- de- racao- pet- comple… - Anúncio de fábrica usada, extrusora de 2 t por hora, R$ 450.000. mfrural.
com. (lido em 03/10/2026)br/ detalhe/ 936441/ fabrica- de- racao - Anúncio de linha usada completa, R$ 100.000. mfrural.
com. (lido em 03/10/2026)br/ detalhe/ 897161/ extrusora- racao - Anúncio de extrusora usada para ração de peixe, R$ 250.000. mfrural.
com. (lido em 03/10/2026)br/ detalhe/ 342170/ extrusora- para- racao- pet- e- … - Listagem de anúncios de extrusoras, com a de 120 kg por hora a R$ 38.000. mfrural.
com. (lida em 03/10/2026)br/ busca/ extrusoras- racao - Catálogo de fabricante nacional de extrusoras pequenas (200 kg por hora, motor de 30 hp, limites de fórmula). profish.
com. (lido em 03/10/2026)br/ produto/ extrusora- de- racao- animal- pro- ex- 2… - Catálogo de fabricante asiático, extrusoras a seco (capacidade e potência). pellet-
richi. (lido em 03/10/2026)com/ pt/ fish- feed- extruder/ dry- type- extruder. … - Catálogo de fabricante asiático, extrusoras com vapor. fishfeedequipment.
com/ (lido em 03/10/2026)aqua- feed- extruder/ - Caso de fábrica de 11 t por hora (energia, gás, água, empregados). pellet-
richi. (lido em 03/10/2026)com/ pt/ aquafeed- production- line/ fish- shrimp- … - Governo do Acre. Fábrica de ração para peixes colhe resultados de investimentos, 01/10/2016 (cópia arquivada). web.
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com. br/ conteudo/ grupo- zaltana- inaugura- sua… - Decreto 12.031, de 28/05/2024. planalto.
gov. (lido em 03/10/2026)br/ ccivil_ 03/ _ ato2023- 2026/ 2024/ decreto/ D120… - Pasta 04 deste catálogo, arquivos 01 e 02.