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06 — Casos, riscos, lacunas e fontes
Data-base: 03/10/2026. Marcas: FV fato verificado em fonte aberta; INF estimativa ou conta; NE buscado e não encontrado. As três escalas do projeto: A mini, 120 kg por hora, 150 a 240 t por ano; B pequena, 500 kg por hora, cerca de 1.000 t por ano; C média…
Data-base: 03/10/2026. Marcas: FV fato verificado em fonte aberta; INF estimativa ou conta; NE buscado e não encontrado.
As três escalas do projeto: A mini, 120 kg por hora, 150 a 240 t por ano; B pequena, 500 kg por hora, cerca de 1.000 t por ano; C média, 2 t por hora, cerca de 4.000 t por ano.
Onde isso já funciona ou já falhou
O caso que o Acre já viveu
A fábrica de ração do complexo industrial de pescado do estado, em Senador Guiomard, é o caso mais próximo e o mais documentado.
| Ano | O que aconteceu | Marca |
|---|---|---|
| 2013 | Inaugurada a primeira etapa do complexo: fábrica de ração e laboratório de alevinos, na BR-364. Projeto de 20 a 40 mil t de ração por ano (dado divergente); demanda de energia de 2,9 a 3,0 MW | FV |
| abril de 2015 | Produzia cerca de 400 t por mês; previa 1.200 t por mês em turno de 8 horas. Primeira venda para fora do estado: 50 t para Rondônia. Vendia 50 t por mês ao Juruá. Desconto de até 10% a sócios e parceiros | FV |
| 2015 | O Acre produziu 6.072 t de peixe, o pico. Teto de ração do estado naquele ano: 6.072 × 2,0 = 12.144 t | FV peixe; INF ração |
| 2018 | Recuperação judicial; a fábrica para. A produção de peixe do estado cai pela metade no ano seguinte | FV |
| 2025 | Falência; quatro tentativas de leilão sem lance (mínimos de R$ 19,0 milhões, 15,2 milhões e 10,45 milhões); arrematada em 28/11/2025 por R$ 13.151.000, depois de 74 lances entre dois licitantes | FV |
| até 03/10/2026 | Nenhum plano de reativação publicado. Instalações com registro de saque e depredação | NE plano; FV estado |
O que deu certo: a fábrica funcionou, fez ração extrusada e chegou a vender para Rondônia e para o Juruá.
O que parou, e por quê FV (para os fatos; INF para a leitura): - Tamanho. Em um turno ela faria 14.400 t por ano. O estado, no melhor ano, comia 12 mil t; hoje come de 4,2 a 5,1 mil t. Mesmo em 2015, a 400 t por mês (4.800 t por ano), rodava a um terço de um turno. - Dependia do resto do complexo. A ração era vendida a produtores integrados que precisavam do frigorífico para vender o peixe. Quando o frigorífico parou, o produtor parou, e a ração ficou sem comprador. - Capital de giro. A imprensa de 2025 registra "falta de capital de giro" entre as causas da falência. Fábrica de ração compra grão à vista e vende a prazo. - O ativo foi vendido por 15% a 19% do que custou. Investimento divulgado de R$ 68 a 86 milhões (dado divergente); venda por R$ 13,15 milhões (13,15 ÷ 86 = 15%; 13,15 ÷ 68 = 19%).
Outros casos
| Caso | Lugar e ano | Número | Lição | Marca |
|---|---|---|---|---|
| Maior fábrica de ração de peixe de Rondônia, privada | Ariquemes, 2017 | R$ 40 milhões; 6.000 t por mês; 12 t por hora na linha extrusada; 30 empregos diretos no início; cerca de 60% vendida a terceiros | Veio depois do peixe: Ariquemes já produzia 12,6 mil t. O dono era produtor e garantia parte do consumo | FV |
| Fazenda grande comprando a granel | Rondônia, 2024 | 1.814 t por ano a R$ 2,83 por kg | É o preço que a escala dá. Um só cliente desses consome quase duas escalas B | FV |
| Cooperativa de agricultores familiares inaugura fábrica de ração | Ministro Andreazza (RO), 27/09/2024 | Ração para a criação dos cooperados e venda a outros produtores da região; apoio do programa estadual do sistema cooperativista. Capacidade e investimento não publicados | Cooperativa do Norte que entra em ração entra por ração de gado e de pequenos animais, farelada. Não por ração extrusada de peixe | FV; números NE |
| Cooperativa de piscicultores em tratativa para ter fábrica de ração | Guaraí (TO), abril de 2026 | Estado com 20.400 t de peixe em 2025; prefeitura cedeu terreno; fábrica ainda em negociação | Com quase nove vezes o peixe do Acre (20.400 ÷ 2.312), a cooperativa do Tocantins ainda não tinha fábrica | FV |
| Fábrica de ração e laboratório de alevinos, privados | Almas (TO), 2012 | Estado produzia cerca de 10 mil t; capacidade não publicada | Fábrica privada ligada a quem já produz alevino e peixe | FV; números NE |
| Integração privada: viveiros, alevino, ração e frigorífico do mesmo dono | Sorriso (MT), 2014 | 400 ha de viveiros; 15 milhões de alevinos por ano; frigorífico de R$ 22 a 30 milhões | A fábrica de ração é um elo de uma cadeia que o mesmo dono controla. O consumo é garantido por dentro | FV (dossiê local) |
| Estado sem fábrica de ração de peixe | Roraima, 2017 | Saco de ração de R$ 25 para R$ 45 em 15 anos; preço do peixe parado | Mesmo com produção maior que a do Acre, não surgiu fábrica local | FV |
| Fornecedor de ração de Rio Branco exportando | Acre e Peru, 2025 | 90 t por mês a um piscicultor (1.080 t por ano); peixe de 2,5 kg em 10 meses | Já existe fábrica no Acre, e o mercado dela está dos dois lados da fronteira | FV; preço e capacidade NE |
| Fábrica de ração demonstrativa para peixes, da Embrapa | Manaus (AM), novembro de 2022 [ano INF] | Ligada ao laboratório de nutrição de peixes; testa ingredientes e treina técnicos, estudantes e produtores; a ração não é vendida | Existe lugar público para testar fórmula e treinar operador antes de comprar máquina | FV (por resumo de busca; página restrita no período eleitoral) |
| Extrusora de laboratório usada no ensaio de crueira (Inpa e Ufam) | Amazonas, ensaio de 2008, publicado em 2013 | Extrusora de rosca simples com condicionador, matriz de 5 mm; fez as seis rações do ensaio com tambaqui | A fórmula com crueira foi extrusada de verdade, mas em máquina de laboratório e para juvenis de 6,6 g | FV |
| Mini fábrica comunitária (análise da pasta 04) | Acre, 2026 | Linha de 120 kg por hora: R$ 435 mil; custo fixo de R$ 167.700 por ano; empata com a carreta a 135 a 180 t por ano | Abaixo de 300 t por ano não ganha da compra em carreta | INF |
| Ração doada e mal guardada | Tucuruí (PA), 2011 e 2012 | Conversão de 2,3; um ciclo | Ração sem armazém e sem assistência é ração perdida | FV |
| Ração subsidiada sem contrato de venda | Amazonas | 25% da lâmina d'água parada | Subsídio não segura o segundo ciclo | FV |
O que não foi encontrado NE, e isso também é resultado:
- Nenhuma fábrica de ração extrusada de peixe, de cooperativa de piscicultores, em operação e com números publicados, em Rondônia, Mato Grosso, Tocantins, Pará ou Amazonas. As que funcionam são privadas, de quem já tinha o peixe ou o grão.
- Nenhuma fábrica-escola de instituto federal com linha de extrusão aberta a produtores foi localizada. A busca foi parcial (cota de pesquisa no fim); a consulta direta ao Ifac, ao Ifro e ao Ifam fica como tarefa.
- Nenhum balanço publicado de fábrica de ração de peixe de 500 kg a 2 t por hora no Norte.
O padrão que os casos mostram
- Fábrica de ração que dura tem consumo próprio garantido. Em Ariquemes e em Sorriso, o dono da fábrica é dono de peixe. No Acre de 2013, o dono da fábrica não era dono do peixe.
- A fábrica vem depois da produção, não antes. Rondônia fez fábrica com 87 mil t de peixe; o Tocantins, com 20 mil t, ainda negocia. O Acre tem 2,3 mil t.
- Cooperativa pequena começa por ração farelada, de leite, galinha e porco, que só pede moinho e misturador.
- Quem já vende ração no Acre vende também para o Peru. O mercado de uma fábrica acreana não acaba na fronteira.
Riscos e como reduzir
| Risco | Chance | Dano | Como reduzir |
|---|---|---|---|
| Preço do grão. Farelo de soja é 53% do custo da fórmula e vem de fora; milho no Acre vai de R$ 1,21 (safra) a R$ 1,81 por kg (entressafra) | alta | cada R$ 0,10 no farelo sobe a ração em R$ 0,05 por kg; milho de entressafra sobe a de 28% em R$ 0,14 a 0,20 | silo e compra do milho do ano na safra; cotar farelo em Porto Velho e em Mato Grosso; preço de venda com fórmula de reajuste ligada a milho e farelo |
| Escala. O estado inteiro come 4,2 a 5,1 mil t; o eixo de Rio Branco, 2,3 a 2,8 mil t | alta | fábrica ociosa não paga custo fixo; a escala C é maior que o mercado | contrato de compra assinado antes da máquina; começar pela menor linha que fecha a conta; planta que também faça ração farelada |
| Reativação da fábrica parada de Senador Guiomard | média; ninguém sabe | em um turno ela faz três vezes o teto do estado | saber o plano do arrematante antes de investir; avaliar arrendar ou operar aquela linha em vez de comprar outra |
| Concorrente local e de Rondônia baixam o preço | média | a fábrica nova perde o cliente de carreta | vender a quem hoje paga preço de loja; contrato anual com cooperativa; qualidade com laudo |
| Qualidade e flutuabilidade. Ração que afunda ou com menos proteína que o rótulo | alta em fábrica nova | conversão de 1,8 para 2,2 custa ao produtor 22% a mais de ração, mais que qualquer desconto | responsável técnico; análise de proteína e umidade por lote; teste de flutuação em todo lote; fórmula com amido suficiente; ensaio de engorda antes de vender |
| Energia. Extrusora, moinho e secador puxam muita carga; a fábrica antiga pedia 2,9 a 3,0 MW | média | queda de energia entope a extrusora e perde o lote; demanda contratada pesa no fixo | consulta à distribuidora antes de escolher o terreno; transformador próprio; secador a lenha ou a gás; ver arquivo 01 |
| Peça de reposição. Rosca, camisa, matriz e faca vêm do Sul e do Sudeste | alta | semanas parada à espera de peça | estoque de jogo completo de desgaste; contrato de assistência; dois operadores treinados na fábrica do fornecedor |
| Capital de giro. Milho do ano comprado em três meses; farelo pago à vista; venda a prazo | alta | foi uma das causas da falência do complexo do estado | giro financiado junto com a máquina; silo; venda a prazo só com garantia |
| Inadimplência do comprador. Produtor paga a ração na despesca, 10 a 12 meses depois | alta | a fábrica vira banco e quebra | venda à vista ou pelo custeio do produtor (Pronaf); a prazo só para sócio com venda do peixe contratada; limite por cliente |
| Registro. Fabricar para vender exige registro do estabelecimento e do produto no Ministério da Agricultura, responsável técnico e boas práticas (Decreto 12.031/2024) | certa, se não for feito | autuação, apreensão, proibição de vender | pedir o registro antes de comprar grão; projetar o galpão já no padrão; ver arquivo 04 |
| Estrada. Cheia do Madeira corta o farelo; chuva corta o Juruá | média; alta no Juruá | fábrica sem farelo para; Juruá sem ração | estoque de 45 a 60 dias de farelo na cheia; estoque de inverno do Juruá formado até outubro |
| Mofo e toxina no grão. Milho úmido guardado no calor do Acre | média | micotoxina derruba o crescimento e mata peixe; em 2025 ração contaminada matou 245 cavalos no país FV | secar o milho a 13% de umidade; silo ventilado; análise de micotoxina na compra |
| Ingrediente regional que não aparece. Crueira, resíduo de peixe e torta de castanha sem oferta medida | alta | fórmula "regional" vira fórmula comum, sem a economia prometida | medir a oferta por município antes; tratar como complemento de 3% a 12% de economia, não como base |
| Tributo. ICMS do insumo de fora e da ração vendida | média | muda o preço posto em alguns centavos por kg | consulta escrita à Sefaz e contador antes do plano de negócio |
Contas citadas: 22% = 2,2 ÷ 1,8 − 1; 53% = 1,1638 ÷ 2,1868 (arquivo 07, seção 3).
O que não fazer
- Comprar a máquina antes de ter contrato de compra assinado para pelo menos 60% da capacidade.
- Dimensionar a fábrica pelo que o Acre "poderia" produzir de peixe. O estado já fez isso uma vez.
- Montar a escala C contando só com ração de peixe: ela é do tamanho do mercado inteiro.
- Fazer fábrica nova ao lado da fábrica parada sem saber o que o novo dono vai fazer com ela.
- Pôr a fábrica em Cruzeiro do Sul porque lá tem mais peixe: 70% do peso da fórmula teria de subir a BR-364.
- Contar com crueira, torta de castanha ou farinha de peixe local sem ter medido a oferta e o preço.
- Usar a economia de 15% do estudo de crueira como premissa. Com os preços de 2026 ela é de 3% a 12%, e pode ser zero.
- Comprar milho mês a mês, sem silo.
- Vender ração a prazo até a despesca com o caixa da fábrica.
- Vender ração sem registro, sem rótulo e sem laudo.
- Ignorar o fornecedor que já existe em Rio Branco. A primeira visita é a ele.
- Financiar fábrica com recurso público antes de as centrais de compra (projeto 04) provarem que a demanda existe.
Divergências registradas
- Data da falência da indústria de pescado. O números-base diz "faliu em 2024". A imprensa do agro do estado noticia "Justiça decreta falência" em 19/08/2025. Mantido o dado-base; registrada a divergência. Para este projeto importa que a fábrica está parada desde 2018 e foi arrematada em 28/11/2025.
- Investimento no complexo. Aparecem R$ 68 milhões (imprensa, 2025), "mais de R$ 70 milhões" (imprensa, 2015) e R$ 82 a 86 milhões (dossiê local). Usada a faixa.
- Capacidade da fábrica de ração do complexo. 20 a 40 mil t por ano no dossiê; 1.200 t por mês por turno (14.400 t por ano) na notícia de abril de 2015. Não se contradizem se o projeto previa dois ou três turnos (14.400 × 2 = 28.800; × 3 = 43.200) INF.
- "Não há fábrica de ração em escala no Acre" (números-base). Mantido. Mas há um fornecedor em Rio Branco que vende 1.080 t por ano só a um cliente no Peru, e uma granja de ovos com fábrica própria. O que falta não é fábrica: é fábrica que venda ração de peixe barata ao pequeno.
- Preços de ingrediente da pasta 04 (milho a R$ 1,50; farelo de soja a R$ 2,40; "farinha de carne ou de peixe" a R$ 3,50; custo variável de R$ 2,66 por kg). Esta pasta achou cotação do milho (Conab, Rio Branco: R$ 1,21 em setembro de 2026; média de 12 meses de R$ 1,59) e do farelo em Mato Grosso (R$ 2,03), e chegou a R$ 2,38 a 2,52 de ingrediente, mais R$ 0,31 de energia e saco: R$ 2,69 a 2,83. Coerente com a pasta 04; a diferença é o milho.
- Economia da crueira. A pasta 04 registra 15% (estudo de 2013, preços de Manaus de 2011) e estima 10% para o Acre. Refeita com as fórmulas e os preços de hoje: 3% a 12% na ração de 28%; de −1,8% (sai mais cara) a +2,4% na de 36% (arquivo 07, seção 3.6).
- Proteína das fórmulas publicadas. A dieta de 30% do artigo de 2015 dá 34,2% quando refeita com a análise de ingredientes do próprio artigo (0,45 × 49,9 + 0,23 × 9,1 + 0,18 × 11,7 + 0,11 × 69,0). A dieta de 36% do artigo de 2013 dá 31,9% com farelo de soja de 46%. Fórmula de artigo é ponto de partida; quem fecha a fórmula é a análise do ingrediente comprado.
- Produção de peixe do Acre. IBGE: 2.312 t em 2025. Associação do setor: 2.830 t. Usado o IBGE, que tem dado por município.
- Preço da soja. Conab, Rondônia, setembro de 2026: R$ 1,87 por kg ao produtor (R$ 112 a saca). Imprensa do agro do Acre, 24/09/2026: R$ 140 a saca (R$ 2,33 por kg). Não se contradizem necessariamente (praças e datas diferentes); usado o do Acre para a conta da soja integral.
Lacunas: o que ninguém mediu e precisa ser medido antes de decidir
| O que medir | Como | Por que decide |
|---|---|---|
| Venda real de ração de peixe no Acre, por mês e por município | lojas agropecuárias, fornecedor de Rio Branco, nota fiscal de entrada (Sefaz) | hoje a demanda é conta sobre o peixe do IBGE; o consumo real pode ser 60% disso |
| Capacidade, tabela e disposição para contrato do fornecedor de Rio Branco | visita e proposta escrita | se ele entrega a R$ 3,50 em carga fechada, não há lugar para fábrica nova |
| Plano do arrematante da fábrica de Senador Guiomard | consulta direta; processo da falência | é o maior risco de mercado do projeto |
| Preço de 2026 em carreta, por tipo, nas três fábricas de Rondônia | cotação escrita | é o preço a bater; hoje é estimativa (R$ 3,53 a 3,91 posta) |
| Frete por tonelada: Ariquemes–Rio Branco, Porto Velho–Rio Branco, Mato Grosso–Rio Branco, Rio Branco–Cruzeiro do Sul, na seca e na chuva | duas transportadoras | toda a conta de frete é INF |
| Preço e capacidade da agroindústria de farelo de soja de Porto Velho | cotação | pode baixar o farelo em R$ 0,20 a 0,30 por kg contra o de Mato Grosso |
| Farinha de carne e ossos e farinha de sangue: preço, volume e laudo nos frigoríficos do Acre | cotação em dois frigoríficos | é a proteína animal que o estado tem |
| Crueira: kg por mês por casa de farinha, umidade, custo de coletar e secar | levantamento em Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima e Rodrigues Alves | sem isso a ração regional não sai do papel |
| Crueira, silagem de resíduo e outros ingredientes locais na engorda (peixe acima de 1 kg) | ensaio em viveiro com Embrapa, Ufac ou Ifac | tudo o que se provou foi em juvenis de até 125 g |
| Preço do saco de 25 kg, de 28% e 32%, em loja | três lojas em Rio Branco, Brasiléia, Cruzeiro do Sul e Sena Madureira | é a régua do desconto |
| Compra de ração de peixe no lado peruano e boliviano da fronteira | visita a Puerto Maldonado e Cobija; regras de exportação | um cliente no Peru já compra 1.080 t por ano |
| Demanda de ração farelada (galinha caipira, porco, leite) do pequeno criador | lojas e cooperativas | é o que encheria a escala C |
| ICMS do farelo de fora e da ração vendida dentro e fora do estado | Sefaz e contador | não apurado |
| Fórmula publicada da Embrapa para 28% e 32%, com percentuais | consulta à Embrapa Acre e à Embrapa Pesca e Aquicultura depois do período eleitoral | as fórmulas de 28% e 32% desta pasta são INF |
| Fábrica-escola com extrusora em instituto federal do Norte | consulta ao Ifac, Ifro e Ifam | treinar operador e testar fórmula antes de comprar máquina |
| Prazo, taxa e exigências do registro de fábrica no Ministério da Agricultura | superintendência no Acre | não encontrados (pasta 04) |
Fontes
Material interno já apurado:
- números-base e pasta 04-central-de-racao-e-racao-alternativa deste catálogo (preço de ração, frete, mini fábrica, ração alternativa, Decreto 12.031/2024).
- Dossiê de piscicultura em tanques no Acre, frentes 3 (economia), 4 (mercado) e 7 (casos). Setembro de 2026.
- Plano estadual, pesquisa de cadeia de valor e mercado. Outubro de 2026.
Dados oficiais (consulta em 03/10/2026):
- IBGE, SIDRA, tabela 3940, produção da aquicultura por município, Acre, 2025. apisidra.
Artigos e publicações técnicas:
- Pereira Junior e outros. Desempenho produtivo de juvenis de tambaqui alimentados com rações contendo farinha de crueira de mandioca em substituição ao milho. Acta Amazonica 43(2): 217–226, 2013. acta.
Imprensa do agro e do setor:
- Cotações de farelo de soja no mercado físico (Mato Grosso e Rondonópolis), 02/10/2026. noticiasagricolas.
Observação sobre as fontes: os títulos e endereços de algumas notícias trazem nome de empresa. No texto desta pasta as empresas são descritas, não nomeadas.